Lamego, cidade sempre em festa, tem ao longo de todo o ano celebrações tradicionais que aliam a componente religiosa à lúdica.
 



O carnaval inicia as festas, em que a celebração do Entrudo de Lazarim é o mais emblemático da região, onde se misturam os costumes e os usos de um povo, com o desfile das tradicionais máscaras de madeira de amieiro, criação dos artesãos locais, com as rimas de mal dizer, a leitura dos testamentos, a queima do compadre e da comadre, passando pela confeção da feijoada às papas de milho, num clima de entusiasmo onde os ranchos e cantares populares se conjugam, naquela que é a festa mais secular do país.


Semana Santa, momento profundo e imponente da festividade religiosa da cidade, altura em que as ruas se adornam para a preparação da liturgia, reflexão e oração.

A Via-Sacra, a Bênção dos Ramos e o costume do pão quente compõem as quatro semanas que antecedem o Domingo de Páscoa.

Nesta época, o turismo religioso atinge o seu auge, visitantes, turistas e curiosos procuram aliar-se à tradição de um povo.



Queima do Judas, na época pascal, realiza-se em Lamego e numa das freguesias, Lalim, onde se queimam “figuras” caracterizando o Judas, num auto de fé popular, sendo representativa da depuração dos pecados enunciando o bem e o mal das mentalidades.

Com origem na passagem bíblica, onde Judas traiu Cristo e o entregou à morte, constitui também uma sátira à abstinência quaresmal, em que a queima simboliza a vingança há tanto esperada.


No dia 3 de maio realiza-se a Grandiosa Feira de Santa Cruz, uma das mais festivas do concelho no que respeita à arte equestre, onde a animação envolve diversas atividades desde as corridas de cavalo, a passo travado e a galope, os passeios a cavalo, jogos de exibição de horseball, o desfile de charretes pelas principais ruas da cidade, até à garraiada, onde tudo se alia numa competição e convívio saudáveis.

Este certame conta também com a Tradicional Feira Anual do Gado.

Nestes dias, Lamego é o centro de entretenimento da região norte.



Depois, vêm os Santos Populares e as festas associadas às dádivas da natureza como a Festa da Cereja e a Festa das Vindimas, onde as lagaradas e as provas de vinho são motivo de confraternização entre as diferentes gerações e regiões durienses.

Terra de sabores e tradições Lamego possui uma gastronomia ímpar, um paraíso de boa e diversificada comida, desde os pratos à doçaria tradicional.

O coelho bravo, o cabrito assado, bem como os deliciosos petiscos de presunto, as bôlas (fiambre, presunto, vinha d’alhos, atum, frango, sardinha e bacalhau), os enchidos de porco, o biscoito da Teixeira, os “Lamegos”, entre outros, e as sumarentas frutas presentes nos pomares que se perdem de vista ao longo das encostas solarengas das terras do Douro, são apenas algumas das delícias que aprazem o cliente mais exigente.

            
A sabedoria aliada à arte de bem cozinhar e acompanhada com um bom e espirituoso vinho, ou por um excelente espumante, conferem à gastronomia lamecense a autenticidade e o requinte a qualquer refeição.


As iguarias que se cruzaram durante séculos permitiram apurar o que de melhor existe em Lamego, testemunhando que qualquer ementa que se seleciona é repleta de cultura.


Para finalizar esta refeição de paladares imemoráveis, reencontre-se com a essência histórica e patrimonial de saberes e arte do Douro - o Vinho de Porto -, considerado por muitos um Dom da Natureza.
 

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