Nápoles é a capital da região da Campânia, conhecida por ser rica em História, artes, cultura, arquitectura, música e gastronomia. 

Há mais de 2800 anos que desempenha um importante papel na península italiana. 


Situada na costa oeste de Itália, está no meio de duas importantes áreas vulcânicas: o monte Vesúvio 

e Campi Flegrei, o supervulcão adormecido no golfo de Pozzuoli.

Nápoles é caótica!

Nesta região reina a pobreza, o crime organizado e o desemprego.

Porém, a mesma também apresenta o reverso da medalha: paisagens magníficas, uma gastronomia de se lhe tirar o chapéu e História e cultura a rodos!

 

À beira de uma bela baía, tem o Vesúvio ao lado e as bonitas ilhas de Capri, Ischia e Procida à frente. Pompeia e Herculano, ensombradas pelo vulcão que as destruiu, apresentam das mais belas ruínas romanas de toda a Itália.
 
Durante inúmeros séculos, Nápoles dominou todo o território do sul de Itália.

A História da região da Campânia está associada aos Etruscos e Gregos, civilizações testemunhadas pelas gigantescas ruínas de Paestum.
 
Fundada no século IX a.C., como uma colónia da Grécia Antiga, é uma das mais velhas cidades de todo o Mundo.

Como um microcosmos da História europeia, Nápoles viu surgirem e desaparecerem diversas civilizações, cada qual deixando vestígios na sua herança artística e arquitectónica.
 
O centro histórico de Nápoles é dos maiores da Europa, em termos de área: 1700 hectares, classificados pela Unesco como Património Mundial.

Ao longo da História, foi a capital de ducados, reinos e de um império, assim como um importantíssimo centro cultural, especialmente durante o período da Renascença e do século XVII ao XIX.



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