A História de Génova estende-se por vários séculos. Esta é a sexta maior cidade da Itália e a mais velha da Europa.

A Via Garibaldi é famosa pelos seus palácios barrocos.

A Piazza de Ferrari, a praça principal, abriga o Palácio dos Doges e o Teatro Carlo Felice; o local de nascimento de Cristóvão Colombo fica igualmente perto e vale a pena visitar o Acquario di Genova, o maior aquário da Europa.

O porto comercial de Génova é o mais importante de toda a Itália.

Chamam a atenção do visitante os contrastes entre as elegantes estâncias costeiras e as ruas estreitas da cidade antiga, frequentadas tanto por marinheiros como por visitantes.

O ano 1000 marcou o início da época dourada das comunas independentes em Itália, assinalando um período de desenvolvimento económico e político em que o predomínio de Génova começou a ser notável, nem sempre de forma pacífica.

Por volta do século XII a cidade foi mesmo obrigada a construir uma muralha a toda a sua volta, para se defender dos assaltos do imperador Frederico I, o Barba-Ruiva.

Resolvidas as contendas e reconhecida a autonomia de Génova, rapidamente a cidade começou a competir com Pisa pelo controlo das ilhas da Córsega e da Sardenha.

Em 1232, depois de um século de combates e rivalidades, quase toda a costa da Riviera di Levante estava sob domínio genovês.

Para oeste, as cidades que mais resistiram à expansão de Génova foram Ventimiglia, que se rendeu em 1262, e Savona, que resistiu ainda até 1528.

Génova possui um porto natural, protegido pelas montanhas, a este e ao mar deve o seu desenvolvimento.

Inúmeros monumentos são o testemunho da riqueza e opulência durante a Idade Média.

No séc. XVI, a família Doria revelou-se uma astuta patrona das artes.


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