Fria, vulcânica, dona de paisagens únicas e por explorar. Assim é a Islândia, terra natal da cantora Björk.

Reykjavík, a capital mais setentrional do planeta, é considerada a “Ibiza do Norte”, com muita animação e glamour.

Aqui lhe deixamos a sugestão de algumas coisas a não perder para que a sua visita à capital nórdica seja inesquecível.

 

Entre o pacato e o moderno

Mais de metade da população da Islândia vive em Reykjavík.

À primeira vista, a cidade parece ser um local pacato, com casas coloridas que parecem saídas de uma construção da Lego, com um lago no meio onde as crianças dão de comer aos patos.

O trânsito é desafogado e as ruas largas. As flores dão cor e vida à cidade.

Mas nos últimos anos esta tem-se vindo a afirmar como um destino da moda, com bares trendy, hotéis de design, cafés e restaurantes vanguardistas e muita animação noturna.

A cidade conta também com dezenas de museus e galerias de arte, ópera e uma companhia de bailado.

Quando planear a sua viagem não se esqueça de dois fenómenos naturais que superam tudo: o sol da meia-noite, esse sol dos países árticos e antárticos visível durante 24 horas, ou a aurora boreal, um brilho multicolor que aparece no céu noturno dos países escandinavos, e cuja temporada começa em setembro.

 

A oferta cultural

Na capital islandesa destaca-se o Museu Nacional, cheio de relíquias do passado, a Casa da Cultura, que contém peças como o Edda Menor de Snorri Sturluson, um manual de poesia islandesa carregado de histórias mitológicas, ou a Saga de Egill, uma das obras mais emblemáticas da narrativa escandinava medieval.

Para os amantes de compras, vale a pena passear pelos mercados de peixe e marisco, uma constante num país que olha de frente para o mar.

Outra ideia é visitar Handverk Og Honnun para adquirir peças de cerâmica, vidro e outras peças de designers islandeses.

Os amantes de jóias devem visitar os centros comerciais para conhecerem as últimas tendências dos criadores islandeses.

 

Distrito 101, o último grito da moda

O bairro da moda é o pequeno Distrito 101 – assim chamado por causa do seu código postal – e as suas ruas enchem-se até mais não, sobretudo às sextas e sábados à noite. Aqui encontram-se as principais lojas, restaurantes, bares, teatros e galerias de arte.

 

Mergulhe nas águas termais

Não se esqueça de colocar na mala o fato de banho. Parece estranho, visto a Islândia ser conhecida como a terra do gelo, até porque a temperatura média do país é de zero graus.

Mas quando chegar a Reykjavík vai perceber a razão. Só na capital há mais de 130 piscinas públicas (isto num país com 300.000 habitantes).

Nas proximidades da cidade fica a Bláa Lonid ou a Lagoa azul, uma imensa piscina termal ao ar livre com água naturalmente aquecida.

Relaxar nas suas águas quentes e flutuar nas suas águas sulfurosas é uma experiência para o corpo e para a mente.

 

A paisagem da Islândia é realmente espetacular, pois todo o país está repleto de cascatas, glaciares, fontes termais e outros fenómenos naturais ligados à água.

Fora de Reykjavík, vale a pena visitar Nesjavellir, uma zona geotérmica situada perto de Þingvallavatn.

Aqui encontra-se o parlamento operativo mais antigo do mundo e ainda se podem ver as cascatas de Gullfoss, as fontes termais de Geysir e Strokkur, com jorros de água quente.

 

Prove a gastronomia

A oferta gastronómica islandesa é variada, mas o grande atrativo é sem dúvida o peixe, o marisco, o cordeiro e o skyr, uma espécie de iogurte de origem viking.

Os mais ousados podem e devem provar a carne de tubarão.

Na capital há alguns restaurantes a não perder, como o Humarhusi, também conhecido como a casa da lagosta, ou o Rír frakkar, onde os pratos de peixe são reis.

Com preços mais acessíveis, vale a pena experimentar o Apótek e o Hotel 101.


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