Uma saga em que história se confunde com religião.

Se a Bulgária pudesse ser definida em uma frase, essa sintetizaria séculos de conflitos, interesses, etnias e crenças que formaram o que é o país da Península Balcânica hoje.

Sua capital, Sófia, transita entre a emancipação a uma capital da União Europeia e uma herança soviética que deixou mais feridas do que saudades.

Mas, acima de tudo, a cidade, que é representada por uma mulher com um pássaro, tem clima bucólico, calmo e mostra-se um lugar perfeito para ser conhecido a pé.

Pode não ser a capital mais chique da
Europa ou mesmo a mais estruturada para turistas ávidos por compras, mas Sófia é dona de, sem dúvida, uma das histórias mais fabulosas do mundo.

Um dos pontos mais convidativos, no entanto, são os próprios búlgaros.

Amistosos, costumam se dispor a explicar com calma desde caminhos até o museu ou a igreja até a saga turca na Península Balcânica.

A alegria do povo búlgaro reflete-se em festas durante quase o ano todo.

As celebrações religiosas são ditadas, em sua maioria, pela Igreja Ortodoxa - que respeita o calendário juliano, em geral 13 dias atrás do nosso. Há também festivais ligados à cultura regional, marcada por estilos de música como o folk e o cigano.


 

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